Onde e como usar o Schepta
Este artigo é para quem vai adotar o Schepta: planos futuros da arquitetura (outras factories além de forms), cenários de uso — multi-tenant, testes A/B, wizards, white-label — e por que a suite de...

Source: DEV Community
Este artigo é para quem vai adotar o Schepta: planos futuros da arquitetura (outras factories além de forms), cenários de uso — multi-tenant, testes A/B, wizards, white-label — e por que a suite de testes garante que sua aplicação pode focar na parte de negócio. No final, um resumo prático de onde o projeto vive e da extensibilidade. Planos futuros e arquitetura: outras factories, prioridade em forms O core do Schepta (orquestrador, registry, middlewares, pipeline schema → render) é agnóstico do tipo de UI. O mesmo mecanismo que hoje alimenta o FormFactory pode alimentar outras factories — por exemplo MenuFactory (navegação dinâmica a partir de schema), dashboards, wizards. A arquitetura já prevê isso (tipos de componente como menu-item, menu-container na documentação de conceitos). No momento foi priorizado forms porque grande parte da complexidade em aplicações multi-tenant está nos formulários: campos por tenant, validações por contexto, fluxos diferentes por cliente. Resolver bem “